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- Atualizado em 29/06/22 às 10h35

Acusado de assédio sexual, presidente da Caixa deve deixar o cargo nesta quarta

Logo após a informação ter sido divulgada, assessores diretos de Bolsonaro defenderam a demissão de Guimarães.

Foto: Reprodução/ Agência Brasil

Redação

Nesta quarta-feira (29), acusado de assédio sexual por funcionárias da Caixa Econômica Federal, o presidente da instituição, Pedro Guimarães, deve deixar o cargo . Segundo assessores próximos de Jair Bolsonaro, o presidente vai ter uma reunião agora pela manhã em que vai definir a saída do auxiliar, cuja permanência no cargo ficou “insustentável”.

O presidente já havia decidido na terça à noite, após chegar de viagem a Brasília, pela demissão do presidente da Caixa e estava acertando os últimos detalhes. “Ele não tem mais condições de ficar no governo, ficou insustentável”, disse um assessor direto do presidente.

Guimarães, é alvo de uma investigação do Ministério Público Federal por assediar sexualmente funcionárias da Caixa, principalmente durante viagens, nos hotéis em que a equipe do presidente do banco ficava hospedada. Logo após a informação ter sido divulgada, assessores diretos de Bolsonaro defenderam a demissão de Guimarães.

As denúncias de assédio sexual contra Guimarães já eram de conhecimento do Palácio do Planalto e da equipe presidencial. Segundo um assessor, Bolsonaro chegou a conversar com o presidente da Caixa há cerca de um mês sobre o caso, alertando que se algo fosse comprovado e viesse a público, ele seria demitido.

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