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- Atualizado em 23/06/22 às 09h12

PRF põe sigilo de 100 anos em processos contra agentes envolvidos no assassinato de Genivaldo

Genivaldo morreu no dia 25 de maio, em uma espécie de câmara de gás no porta- malas de um veículo da corporação.

Redação

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) negou acesso aos procedimentos administrativos que investigam a conduta dos agentes envolvidos no episódio envolvendo a morte de Genivaldo de Jesus Santos em Umbaúba, Sergipe. Ao portal Metropoles, a PRF alegou se tratar de “informação pessoal”, o que, na prática, impõe sigilo de 100 anos sobre as informações.

Genivaldo morreu no dia 25 de maio, em uma espécie de câmara de gás no porta- malas de um veículo da corporação. Ele havia sido abordado pelos agentes por estar sem capacete. 

O portal solicitou, via Lei de Acesso à Informação (LAI), a quantidade, os números dos processos administrativos e acesso à íntegra dos autos já conclusos envolvendo os agentes que assinaram o boletim de ocorrência policial sobre a abordagem. A corporação, no entanto, se recusou a informar. 

“Informo que trata-se de pedido de informação pessoal de servidores desta instituição, conforme inciso IV, do art. 4º da Lei 12.527 (lei de acesso à informação)“, alegou a corporação.

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