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- Atualizado em 23/06/22 às 21h50

Produtores de licor pedem bloqueio de interdição em Cachoeira

A deliberação alcançou produtores tradicionais da bebida como o “Roque Pinto” e o “Arraiá do Quiabo”

Reprodução/ Google

Redação

A Associação dos Produtores de Licor de Cachoeira, no recôncavo baiano, entrou com uma liminar na Justiça Federal  pedindo a suspensão da proibição de duas fabricações de licor, feita através da Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira, 22. A ação, que pode impossibilitar a venda das bebidas, atingiu os mais tradicionais produtores de licor na cidade: o “Roque Pinto” e o “Arraiá do Quiabo”. 

A medida da PF aconteceu em conjunto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O veto ocorreu por volta das 12h da última terça-feira, 21. Os trabalhos começaram ainda no dia 11 de maio, quando uma série de adequações e exigências foi imposta aos fabricantes.

Foram solicitadas adequações, como, mudanças no espaço físico dos estabelecimentos, contrato de um químico, engenheiro de produção ou engenheiro químico responsável, registro junto ao Ministério de cada um dos produtos elaborados, além de um documento informando a planta do espaço e uma espécie de inventário de tudo contido na construção.


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